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Com a incerteza de Lucas Lima atuar pelo Santos na próxima quarta-feira, contra o Barcelona de Guayquil, às 21h45, na Vila Belmiro, pelo jogo de volta das quartas de final da Libertadores, Jean Mota e Vecchio disputam a vaga no meio. Ambos já foram elogiados pelo técnico, mas quem tem o melhor desempenho?

Apesar do argentino ser menos utilizado pelo técnico Levir Culpi e ter se machucado em meio a trajetória no Peixe – tem apenas sete jogos, cinco como titular -, ele ainda briga com Jean Mota, que ganhou sequência com o treinador e fez 31 jogos no Alvinegro, 23 como titular, porém apenas quatro como meia.

O LANCE! realizou um levantamento com jogos, números e características dos atletas para mostrar a qualidade de ambos em campo. Vote no duelo no final da matéria.

JEAN MOTA

– Atuou 31 vezes, 23 como titular
– Dos 31 jogos, apenas quatro foi em sua posição de origem – uma no Campeonato Brasileiro e três na Libertadores
– Dos 31 jogos, foram 18 vitórias, oito empates e cinco derrotas, com quatro assistências
– Ganhou grande sequência na lateral-esquerda por conta das contusões de Zeca. Com isso, tem ótimo ritmo de jogo, bons passes (89,4% de aproveitamento), e um cruzamento preciso, tanto que já foi elogiado por Levir. No entanto, jogou pouquíssimas vezes como meia.

– O Jean vinha jogando na lateral, então não posso cobrar muito, porque o jogador sente essa mudança. Ele não deixou brecha na defesa, só que faltou coordenação para o ataque – explicou Levir, após o empate por 0 a 0 contra o Avaí.

– O Jean Mota está jogando no sacrifício. É um meia. Claro que tem dificuldade (para jogar na lateral), mas distribui bem o jogo, tem jogado regularmente – também disse após a derrota contra o Flamengo, por 2 a 0.

VECCHIO

– Atuou sete vezes, cinco como titular
– Dos sete jogos, em um foi titular no lugar de Lucas Lima, contra o Atlético-MG, na vitória por 1 a 0, na 13ª rodada do Campeonato Brasileiro – vale lembrar que também marcou o único gol do Peixe contra a Chapecoense, pelo Brasileirão, em triunfo por 1 a 0
– Dos sete jogos, foram seis vitórias e um empate, com uma assistência
– Chegou a ganhar sequência, mas perdeu espaço com a lesão na coxa direita. Com a falta de ritmo, acaba sendo um pouco lento, mas é muito técnico e tem facilidade em distribuir passes na articulação de jogadas entre defesa e o ataque.

– É muito técnico. Posicionou-se muito bem. Ele compensa (a falta de ritmo) com a técnica. Foi um golaço – disse o treinador após partida contra a Chape, em que o meia marcou gol.

– Ele realmente está muito bem. Ele sentiu a falta de jogo. Tem o passe ótimo e está sendo muito importante no campeonato. Fiquei feliz por ele – também falou após o jogo contra o Bahia, em ótima atuação de Vecchio.

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